Noticias do dia

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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Manchetes do dia:

Resseso até fevereiro de 2012 


Jornais do Paraná
Gazeta do Povo: Comissão recomenda a Dilma que demita Lupi
Jornal do Estado: Taxa de divórcios quebra recordes no Paraná e no País
Metro: Lojas adotam hoje o horário de Natal
Diário dos Campos: Agda foi estuprada e assassinada, diz laudo
Folha de Londrina: FIM DA RELAÇÃO: Número de divórcios bate recorde
Jornal de Londrina: Automóveis: Pedágio está mais caro a partir de hoje
O Paraná: Líderes pedem auditoria nos contratos de pedágio
Gazeta do Paraná: Rede particular tem quatro vezes mais médicos que o SUS
Umuarama Ilustrado: Combater o preconceito é prioridade contra a aids
Tribuna do Norte: Apucarana terá mais investimentos em segurança, diz Richa.
Jornais de outros estados
Globo: Comissão de Ética quer saída de Lupi, e Dilma pede calma.
Folha: Lupi acumulou cargos ilegalmente
Estadão: Comissão de Ética pede a Dilma que demita Lupi
Valor: Crise do euro se agrava e BCs agem para dar liquidez a bancos europeus

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Manchetes do dia:

Jornais do Paraná
Gazeta do Povo: Richa aciona rolo compressor para aprovar terceirização
Metro: Um quarto dos jovens está acima do peso
Jornal do Estado: Pela 4ª vez, vereadores barram pedido de informações sobre o ICI
Folha de Londrina: Economia deve continuar crescendo em 2012
Jornal de Londrina: Juízes federais e trabalhistas cruzam os braços hoje
Hoje: Observatório quer ressarcimento de
salários pagos aos fantasmas
O Paraná: Oeste dribla crise mundial
e exportações crescem 17%
Gazeta do Paraná: Senado espera votar hoje o Código Florestal
Diário do Noroeste: Polícia prende em Paranavaí 4 suspeitos da morte do ex-secretário de Maringá
Tribuna de Cianorte: Dengue volta a ser ameaça
Umuarama Ilustrado: Umuarama corre o risco de epidemia de dengue
Tribuna do Norte: Câmara derruba vetos ao estatuto de João vai à Justiça
Jornais de outros estados
Globo: Reino Unido ameaça o Irã após invasão de embaixada
Folha: GFGTS lucra mais do que instituições bancárias
Estadão: Petrobras produz abaixo da meta
Correio: Senado recua e proíbe a violação de e-mails
Valor: Custos em alta e mercado arredio freiam captações
Zero Hora: Estiagem já força adoção de medidas para poupar água

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Tempestade em Copo D'água?


Alunos de engenharia civil e economia da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), defensores da construção da usina de Belo Monte no rio Xingu (PA), produziram vídeo em resposta ao projeto "Gota D'Água", que reúne atores da TV Globo numa campanha contra a instalação da hidrelétrica.

No vídeo, os estudantes usam roteiro semelhante ao utilizado na gravação dos artistas.

O grupo criou ainda o movimento "Tempestade em Copo D'Água", uma sátira a campanha original.

Sobre o alagamento de área verde para a instalação da usina, os alunos argumentam que a "floresta já vem sendo desmatada ilegalmente na Amazônia a troco de nenhum ganho econômico e social". Eles defendem ainda o "emprego de recursos gerados pela usina em benefícios para a região".

Para Sebastião de Amorim, professor da Unicamp que participa do vídeo, "Belo Monte será um belíssimo projeto sobre os aspectos econômico, social e ambiental".

Veja o vídeo da sátira acima:

Boni confessa manipulação do debate Lula x Collor.wmv






No programa Dossiê da Globo News, Boni, ex-poderoso da Globo, confessa que manipulou o último debate entre Lula e Collor nas eleições de 1989.
“Eu achei que a briga do Collor com o Lula nos debates estava desigual, porque o Lula era o povo e o Collor era a autoridade”, contou.
“Então nós conseguimos tirar a gravata do Collor, botar um pouco de suor com uma ‘glicerinazinha’ e colocamos as pastas todas que estavam ali com supostas denúncias contra o Lula – mas as pastas estavam inteiramente vazias ou com papéis em branco”, disse Boni durante a entrevista.
Via Blog do Esmael Moraes 

Estaria Luciano Ducci fazendo propaganda eleitoral antecipada?

A oposição está de olho nas mensagens telefônicas disparadas pelo  prefeito Luciano Ducci (PSB). A gravação começa como se fosse uma conversa informal, cita obras e acaba com o prefeito se colocando à disposição dos eleitores. A oposição estuda a caracterização de propaganda eleitoral antecipada e também quer saber quem pagou a gravação e a transmissão. Por ser propaganda pessoal, não poderia ser a Prefeitura de Curitiba, pelo menos em tese.

Josianne Ritz Blog política em debate.

Manchetes do dia:

Jornais do Paraná
Gazeta do Povo: Legislativos dão “cheque em branco” para Richa e Dilma
Metro: Crescem casos de Aids em Curitiba
Jornal do Estado: Plano prevê “salto” em recursos para Segurança no Paraná
Diário dos Campos: Terceirização de hospital é questionada por ação
Folha de Londrina: AIDS: Paraná supera média nacional de incidência
Jornal de Londrina: Orçamento bate recorde de emendas
O Diário: Informalidade domina o mercado de segurança no Paraná
Hoje: Todos recontratados eram funcionários da Câmara
O Paraná: Oeste corre risco de sofrer epidemia de dengue hemorrágica
Tribuna de Cianorte: Ferrovia terá recusos no PPA
Umuarama Ilustrado: Deputados garantem R$ 16 mi para o Hospital do Câncer
Tribuna do Norte: Prefeitura de Apucarana parcela dívida de R$ 37 mi do FGTS
Jornais de outros estados
Globo: Aids ainda mata 12 mil por ano e só não sobe no Sudeste
Folha: Servidor em função de risco vai poder se aposentar antes
Estadão: ONU acusa ditador sírio de crime contra humanidade
Correio: Arapongas do Senado rastreiam até e-mails
Valor: Operação Usiminas frustra os acionistas minoritários
Zero Hora: Exclusivo: secretário-geral da Fifa – “Porto Alegre não pode perder mais nenhum dia”

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

“Os candidatos são vendidos como se fossem sabonetes”.

Nélson Jr./ STF / “Temos partidos que não são programáticos nem ideológicos, com honrosas exceções. São meras siglas que são empregadas para chegar ao poder durante o processo eleitoral.”

ENTREVISTA
Ricardo Lewandowski, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).



Publicado em 28/11/2011 | SANDRO MOSER
Gazeta do Povo

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Ricardo Lewandowski, participou na semana passada da XXI Conferência Nacional dos Advogados, realizada em Curitiba. Durante sua palestra em um painel que discutiu os Direitos Políticos no Brasil, o presidente do TSE fez críticas pontuais ao sistema político brasileiro, porém se mostrou contrário a uma reforma política radical que surja por iniciativa do Congresso Nacional. O ministro propõe que mudanças significativas devem ser precedidas de consulta popular, no caso um referendo, a respeito das questões mais polêmicas da reforma. Para o ministro é momento de apostar na força da democracia participativa, “a mesma que inseriu a Lei da Ficha limpa no cenário político nacional”.

O senhor defende uma reforma ampla do sistema político?

Tenho a convicção de que o sistema político merece alguns ajustes. No entanto, tenho algum receio de derrubar-se um edifício institucional inteiro para começar do zero. Temos um sistema político em vigor desde 1932 que vem funcionando razoavelmente bem. Com alguns defeitos, como nem sempre conseguir captar com precisão a expressão da soberania popular. Mas já há certo consenso nos meios jurídicos, acadêmicos e políticos quanto a alguns tópicos, como a eliminação das coligações, limites nos gastos e a necessidade de consulta popular.

Consulta popular?

Precisamos aperfeiçoar esta tendência. Em primeiro lugar é preciso fazer a pergunta: Qual é o sistema partidário que queremos? A resposta clara só pode se obter através de um referendo.

A reforma política não é um tema um tanto complexo para ser apresentado em forma de referendo?

Penso que o referendo tem que ser colocado de forma muito simples para o eleitor sob a forma de uma pergunta: sim ou não. O desafio é apenas formular corretamente o questionamento. Mesmo agora na consulta feita ao povo do Pará para saber se ele quer ou não desmembrar o território [nos estados de Carajás e Tapajós] nos fizemos uma questão muito simples.

E quando este referendo poderia acontecer?

Estamos tendo um avanço muito importante no TSE, que é ampliar a memória das máquinas de nossas urnas eletrônicas, alterando os programas de maneira que nas próximas eleições o eleitor possa escolher não apenas os candidatos de sua preferência como responder também a alguma pergunta sobre a reforma política. A hora é de prestigiar a democracia participativa.

Como ocorreu no caso da Lei da Ficha Limpa?

A Lei da Ficha Limpa veio moralizar o processo político. A grande diferença é que foi uma reforma política feita pelo povo, por iniciativa popular. Aquele 1,6 milhão de assinaturas no papel e outras tantas na internet. É o povo fazendo a reforma política possível, sem esperar que o Congresso a faça. Uma lei que veio para ficar e, quero crer, será considerada constitucional. Outra reforma que o povo não esperou o Congresso fazer foi a questão da compra de votos, incluindo na Constituição o artigo que proíbe a captação ilícita de sufrágio. São avanços extraordinários na legislação nascidos por bandeiras empunhadas pelo povo.

Mas o senhor falou em mudanças tópicas que poderiam ser feitas pelo Congresso. Quais seriam?

Nas eleições proporcionais devemos proibir as coligações que inserem distorções no sistema eleitoral. Penso também que devemos limitar as contribuições para as campanhas políticas. Nas eleições de 2010, somando as contribuições de pessoas físicas e jurídicas chegamos a quase R$ 3 bilhões. O que acontece se nós colocamos tanto dinheiro nas campanhas? Os candidatos são vendidos como se fossem sabonetes em detrimento do debate de idéias. Projetos e programas para melhorar o país, as questões mais técnicas doutrinárias e políticas que interessam à república ficam em segundo plano.

Isto não se deve também ao enfraquecimento dos partidos?

Devemos estabelecer uma cláusula de barreira para diminuir este número exagerado de partidos políticos que temos. O TSE, no mês passado aprovou o 29. º partido no país. Estamos saindo de um pluripartidarismo para um hiperpartidarismo. Com todas as distorções que isso implica. Nós não temos um sistema partidário que permita que debates importantes cheguem a bom termo e consenso no Congresso Nacional. Temos partidos que não são programáticos nem ideológicos, com honrosas exceções. São meras siglas que são empregadas para chegar ao poder durante o processo eleitoral. Há alguns anos o STF derrubou a cláusula de barreira que havia sido imposta pelo Congresso para barrar o grande número de partidos políticos. O STF entendeu por derrubar a cláusula, pois ela feriria princípios constitucionais. Talvez seja o momento de elaborar melhor uma nova cláusula neste sentido.

E a proposta de financiamento público das campanhas?

Sou a favor do financiamento predominantemente público, mas não exclusivamente público. Defendo a eliminação da doação de pessoas jurídicas. Neste ponto reside, infelizmente, uma alternativa de corrupção. Sou a favor da contribuição de pessoas físicas desde que limitadas a um determinado teto. Um bom exemplo é o que ocorreu nas últimas eleições americanas na campanha vitoriosa do presidente Barack Obama feita, em sua maior parte, de pequenas contribuições por meio da internet.

Essas mudanças são possíveis para quando?

Não é possível para o ano que vem, pois o artigo 16 estabelece que qualquer alteração no processo eleitoral deve ser feita um ano antes das eleições. Portanto em 2012 não haverá modificação na legislação eleitoral o que, inclusive nos permite que aceleremos as resoluções atinentes às eleições até dezembro, o que pacificará, de certa maneira, o meio político e todos os operadores do Direito saberão com antecipação quais são as regras em vigor. Talvez para 2014, haja tempo para modificações.

Curitiba foi uma das cidades (ao lado de Goiânia) a passar pelo recadastramento biométrico dos eleitores, porém a resposta tem sido lenta. Como o senhor avalia esta resposta dos eleitores?

Na verdade, eu estou muito satisfeito com o trabalho feito aqui em Curitiba que serve como exemplo em termos de celeridade e racionalidade do serviço. O que acontece é que muita gente não está atendendo à convocação da Justiça. Não está entendendo a importância de recadastrar. Aqueles que não se recadastrarem terão uma sanção, que é a perda de seu título. E quando ele se recadastra com a impressão digital ele está contribuindo para o aperfeiçoamento do processo eleitoral. O procedimento de votação será extraordinariamente acelerado e com o mínimo de risco em problemas de identificação.


Reage tricolor!

Daniel Castellano/ Gazeta do Povo / Estádio Durival Britto, a Vila Capanema, ainda não tem programação de jogos. Clube deve ser confirmado na Copa do Brasil, com início em março, e aguarda a definição da Taça de Prata estadual, em maio
Sem perspectiva nos primeiros meses do ano, clube trabalha para antecipar o início da Série Prata regional.
Com o fim da Série B, o Paraná ten­­ta agora encurtar o período de ociosidade. Na teoria, o recesso da bola na Vila Capanema pode durar até seis meses, graças ao rebaixamento para a Segundona estadual.
Mas o clube pediu à Federação Pa­­ranaense de Futebol (FPF) a antecipação do início da competição para fe­­vereiro para evitar que o calendário do Regional entre em conflito com o da Segunda Divisão do Brasileiro, também concentrado no segundo se­­mes­­tre.
“Mas o Hélio Cury [presidente da FPF] diz que os demais clubes teriam dificuldade com a antecipação, porque contratam jogadores da Série A. Porém, quem sabe, conseguimos um patrocinador para a competição”, torce o vice-presidente de futebol tricolor, Paulo César de Silva.
Em março, o clube deve disputar a primeira fase da Copa do Bra­­sil, mas ainda espera a confirmação da CBF e a definição dos confrontos. Em campo, o torcedor mais uma vez se­­rá apresentado a um time completamente reformulado, ainda sem técnico definido. O retorno aos treinos está programado para início de janeiro.
Do atual elenco, apenas dez jo­­gadores têm contrato para 2012, sendo que seis encerram o vínculo no primeiro semestre. Giancarlo negocia sua ida para a Portuguesa e afirma ter outras propostas da Ásia.
Cambará também avalia propostas de clubes paulistas. Com vínculo até o final do próximo ano, so­­mente Luís Carlos, Thiago Rodri­gues, Jociel Hen­­rique e Igor. Des­pedem-se do Tricolor até julho os laterais Lisa e Henrique e os meias Douglas Packer e Bruninho, caso não haja renovação do contrato.
Se não conseguir antecipar o estadual para o primeiro semestre, não será surpresa se o time júnior for convocado para jogar a Copa do Brasil. Enquanto isso, os poucos remanescentes do time principal serão emprestados para outros clubes, com o compromisso de retornar para jogar a Taça de Prata local e o Nacional.
Voltar a utilizar a Vila Olímpica, no Boqueirão, que desde a inauguração do Ninho da Gralha, em Qua­­tro Barras segue subutilizada, próxima do abandono, é outra novidade para 2012.
Extracampo, a diretoria terá também que encontrar soluções para antigos problemas, como a falta de verba para manter a equipe e a bagunça organizacional na diretoria do clube que marcou 2011.
Certo é que o Paraná terá um di­­retor de futebol remunerado. “Va­­mos ainda ter momentos difíceis em 2012. Mas vamos reerguer o clu­­be”, falou Paulão.
Por Adriana Brum / Gazeta do povo

Manchetes do dia:

Jornais do Paraná
Gazeta do Povo: Endividamento recorde já compromete o consumo
Jornal do Estado: Pressionada, cúpula do ICI deve se explicar na Câmara
Metro: PR tem queda de 40% no seguro-desemprego
Folha de Londrina: PR abre 1,2 mil vagas em concursos públicos
Jornais de outros estados
Globo: ANP aplica em fiscalização o que Petrobras gasta com café
Folha: E-mail aumenta trabalho e estresse dos brasileiros
Estadão: Liga Árabe aprova pacote de sanções contra a Síria
Correio: Quanto custa o inchaço da máquina pública
Valor: Forte recuo do investimento faz demanda cair para 4%

domingo, 27 de novembro de 2011

Coxa a uma vitória da libertadores.

Walter Alves / Gazeta do Povo / Jéci e Jonas comemoram a vitória do Coxa com a torcida
Com o 1 a 0 sobre o Avaí no Couto Pereira, Coxa ultrapassou quatro adversários e decide vaga à Libertadores no Atletiba.
Em uma partida de poucas oportunidades de gol, o Coritiba conseguiu fazer 1 a 0 no Avaí e – com a ajuda de outros resultados – terminou a penúltima rodada na quinta colocação do campeonato, dentro da zona de classificação para a Libertadores da América. Agora, a vaga será decidida no clássico com o Atlético, domingo que vem na Arena. A partida ganha contornos de decisão, com o Coxa buscando a competição continental e o Rubro-Negro na partida derradeira contra o rebaixamento.

Jogando contra um time misto do Avaí, lanterna do Campeonato Brasileiro e já rebaixado para a Segunda Divisão, o Coritiba se mostrou desorganizado ao longo de praticamente toda a partida. Enquanto isso, o Avaí mostrava vontade de jogar. Ao longo do primeiro tempo, a equipe catarinense mostrou mais volume de jogo, embora sem ter criado oportunidades claras de gol.

Enquanto isso, o placar das outras partidas abriam caminho para o Coxa. O Inter perdia para o Flamengo, o Figueirense empatava com o líder Corinthians (iria levar 1 a 0 e perder), o São Paulo iria levar um gol do Palmeiras e o Botafogo começava a ser goleado pelo Atlético-MG (fechou em 4 a 0).

O Coritiba, entretanto, não fazia a lição de casa. O sofrimento da torcida durou até os 39 minutos do segundo tempo, quando o capitão Jéci cabeceou após cruzamento e mandou para as redes.

A partida também ficou marcada por expulsões na equipe do Avaí e a torcida paralela do público no Couto Pereira, que pelo rádio acompanhava a derrota do Atlético por 2 a 1 para o América-MG em Uberlândia.
por Osny Tavares, via Gazeta do povo